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Teclas de atalho no cgdb

Se você superou a leitura do título do post e continuou no texto é porque não está me xingando neste momento. Afinal, quem quer saber de um debug baseado em curses quanto existem por aí alternativas como visual studio express, devc++, Qt, Eclipse, Netbeans, só para citar algumas ?
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O guia definitivo para os iniciantes em Net-SNMP (7)

Introdução

No post anterior usamos o aplicativo mib2c para gerar o esqueleto de código da nossa MIB. Neste post discutiremos como “rechear” o esqueleto de código gerado. No fundo, a quantidade de código necessária é bem pequena quando se usa o modelo escalar de geração, facilitando bastante uma primeira implementação do agente. Recomendo que leiam depois o tutorial disponível no site do Net-SNMP para maiores esclarecimento e dicas. Também recomendo que olhem a implementação de outras módulos para aprenderem um pouco mais através de exemplos (os fontes do Net-SNMP podem ajudar). Leia o resto deste post »

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Padrão para alarmes visuais e audíveis (IEC60601-1-8)

Por acaso hoje li um application note da NXP falando sobre geração de sinais de alarme para o microcontrolador LPC1700. Neste documento era discutida brevemente a norma IEC 60601-1-8, que trata dos cuidados relacionados ao projeto de equipamentos médicos. A propósito, existe uma norma brasileira equivalente, ABNT NBR IEC 60601-1.

Abaixo deixo uma tabela com esquemas de sinalização para alarmes presente nesta norma, que achei bastante curioso e fui até pegar meu violão para reproduzir. Para os não iniciados em música, vale lembrar que C representa a nota dó, D é ré, G é sol, F é fá, E é mi, A é lá e B é si. O número que vem depois é a oitava e # significa sustenido.

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O engraçado foi chamar a minha esposa, fisioterapeuta de UTI, e ficar alugando o ouvido dela para ver que sons ela reconhecia. Estranhamente, o único conhecido (entenda, dentro da norma), foi o “Ventilation” do respirador alemão. Tinha que ser, não ?

Existem padrões para tudo. Vale a pena pesquisar antes de sair fazendo. Fica a fica.

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O guia definitivo para os iniciantes em Net-SNMP (6)

Introdução

No post anterior entendemos como criar a nossa MIB. Hoje iremos validar a MIB criada e prepará-la para uso como o Net-SNMP. Todos os testes foram realizados no Ubuntu 10.10 e também no Linux Mint 12, usando os pacotes originais de cada distribuição. Ambas usavam versões do Net-SNMP derivadas da versão original 5.4.3. Leia o resto deste post »

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O guia definitivo para os iniciantes em Net-SNMP (5)

Introdução

Este é o nosso último post teórico e vamos aprender nele como escrever a nossa MIB de exemplo na notação ASN.1. Antes de mais nada, já aviso que não sairão letrados nesta notação, apenas aprenderemos o necessário para o exemplo. Afinal, é uma série para iniciantes, não ? Aumente seu nível de concentração pois teremos um post bem mais extenso aqui. Mãos à obra ! (Links para os posts anteriores: I, II, III, e IV)

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O guia definitivo para os iniciantes em Net-SNMP (4)

Planejando uma MIB

Não leu os posts anteriores ? Por favor, então faça isso agora, antes de continuar nesse post, para não perder a linha de raciocínio e conceitos básicos (veja os links para os posts I, II e III).

Neste post, o assunto é como planejar a sua MIB personalizada. Como já comentamos, a parte personalizada da sua MIB deve estar abaixo do nodo “enterprises”. Será necessário requisitar um ponto de entrada na hierarquia da MIB para a sua empresa, caso ela ainda não tenha. Se quiser apenas testar, use um número ainda não alocado. Vale lembrar que o IANA registra, gratuitamente, estes pontos de entrada (veja a lista completa aqui).

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O guia definitivo para os iniciantes em Net-SNMP (3)

Tipos de dados no SNMP

Continuando a série (veja também os posts anteriores, I e II), se você pretende criar um equipamento que tenha suporte a SNMP, vai ter que descrever “a sua parte da árvore”. Isto significa ter que aprender a linguagem que descreve uma MIB, chamada de ASN.1, ou Abstract Syntax Notation One, em inglês. O primeiro passo, neste caso, é entender os tipos de dados que podem ser usados. Felizmente, a lista não é grande, sendo resumida logo a seguir (ver RFC 1155 para detalhes):

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Mini curso em módulos para iniciantes em embedded

Navegando à procura de uma coisa … achei outra ! Acontece com todo mundo, eu sei. Mas neste caso, pelo menos foi interessante e vai na linha de tutoriais e cursos para iniciantes em embedded, uma pergunta recorrente que recebo.

O site Electronics Engineering Herald tem um curso em 19 módulos sobre embedded, cobrindo tópicos interessantes e de forma bem didática. Por exemplo, ele inicia descrevendo algumas arquiteturas, como PIC e ARM7, com programas bem simples. Depois evolui para uso da serial, SPI, I2C, CAN, LIN, interfaces com memórias, e por aí vai. Vale uma visita.

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O guia definitivo para os iniciantes em Net-SNMP (2)

MIBs e OIDs

De volta ao assunto Net-SNMP, vamos hoje discutir sobre como a informação é organizada no SNMP. Se você está começando deste post é melhor ler o post anterior antes. Lembrando também que esta série conta com a revisão do Alan Carvalho.

Toda informação gerenciada pelo agente é descrita através de uma MIB (Management Information Base). A MIB pode ser entendida como a descrição da base de dados hierárquica que um agente está disponibilizando. A figura a seguir ilustra uma parte desta MIB, geralmente representada em forma de árvore. Cada novo nodo tem um nome e um número relacionado, como pode ser visto abaixo. A especificação do SNMP deixa claro como a organização da árvore é feita, assim como o nome dos nodos padronizados.

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O guia definitivo para os iniciantes em Net-SNMP (1)

Introdução

É interessante observar como existem perguntas que são feitas repetidamente. Enquanto é muito mais fácil assumir que “quem pergunta não sabe perguntar” ou “não entende a resposta”, por outro lado a frequência da pergunta pode indicar que a resposta não é boa. No meu ponto de vista, isto acontece com o Net-SNMP. Existem muitas fontes de informação, em geral dispersas. Vários detalhes são respondidos via código fonte apenas, o que pode atrapalhar também. Associe isto a um assunto com jargão e conceitos próprios e tudo fica ainda mais complexo.

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